Bem Vindos Ao G.O.C.O!
Mais um dia amanhece em um lindo lugar, com paisagens verdes e pássaros voando para todos os lados. Logo ao lado de um pomar, uma bela cachoeira. Ao lado da cachoeira, um veado bebendo água. Ao lado do veado, uma pedra qualquer. Em cima da pedra, uma formiga, sorridente, feliz com a vida que Deus dera a ela, carregava consigo um torrão de açúcar que o mesmo Deus que a criara se perguntava, agora, de onde ela havia tirado aquilo. Não tão menos importante, há uns 10 metros da pedra, uma árvore tão grande que caberiam uns 87 macacos sobre seus galhos e ainda uma centena de morcegos pendurados. Ali, debaixo dessa gigantesca árvore, deveria estar eu, se não resolvesse tornar da minha vida chata um pouco mais agitada e criativa. Maldito dia em que resolvi criar um jogo.
Este escrito (livro, blog, folhetim ou sei lá no que se transformará isso) vai contar um pouco sobre o jogo que hoje conhecemos como “O Jogo Da Década”, antes chamado de “O Jogo Do Ano” futuramente conhecido como “O Jogo Do Século” e o que os terráqueos (possivelmente não humanos) chamarão de “O Jogo De Todos Os Tempos”, enfim, G.O.C.O!
O jogo cuja suas regras seriam impressas juntas a garrafas de bebida alcoólica, o jogo que transformariam os outros jogos de cartas em simples jogos de cartas, o jogo que deixaria a popular Canastra, o clássico Pôquer, o empolgante Truco, o tradicional Mau-Mau e outros tantos, de lado, esquecidos no mundo dos jogos de cartas.
As aventuras dos dois garotos de uma cidade do interior de Santa Catarina que enquanto deliciavam uma preciosa cerveja sentados numa aconchegante cadeira ao lado de uma, hum... molhada piscina, estão agora à sua disposição. Basta jogar fora esse panfleto de publicidade e comprar o livro completo.
Bem Vindos ao G.O.C.O!

